Vish, será que eu ainda sei escrever?!
Acontece que minha desculpa de computador podre já não tá mais valendo há quase um mês e eu desde então tô aqui só na miúda vendo se alguém ia reclamar.
Minha experiência com vídeo no "tal de VEDA" foi bem legal. A verdade é que eu sempre tive um pouco mais de preguiça pra vídeo, sabe. Gravar dá muito mais trabalho do que sentar e escrever. Fora que se colocar em vídeo só não é literalmente dar a cara pra bater porque ainda não inventaram tapa via download. Mas quando o resultado é legal, é realmente muito legal. Não dá pra negar que vídeo tem um potencial de alcance bem maior que texto e no fim das contas, interação é o que acaba servindo de combustível pra produção de conteúdo pra internet, certo?
Sim e não. Porque eu sinto falta de escrever mesmo quando tô fazendo um vídeo por dia. Escrever é uma experiência diferente, um sentimento diferente. E pra mim tudo bem se ninguém ler. Quando se trata de vídeo eu fico mei assim porque sei que nem assistir vídeo direito o povo assiste, mais. Muitas coisas precisam ser resolvidas, então play e bora mil outras abas. Escrever eu faço mais pra mim e se alguém resolver participar do processo como leitor, tô no lucro (obrigada à todo mundo que me lê, vocês são uns lindos).
Tá, e por que fiquei tanto tempo sem escrever?! Não sei. Me dá isso, às vezes. Tudo bem que tô incomodada com o layout do blog e que realmente tava sem condições de parir criatividade naquele computador leproso que eu tava sendo obrigada a usar, mas sei lá. Me dá isso, às vezes.
(interrompemos este texto pra avisar que o parágrafo a seguir é uma conversa comigo mesma apenas transcrita por motivos de começou termina)
Sabe o que eu acho que é? Passei o período inteiro do curso que fiz aqui me policiando tanto sobre o que eu podia e não podia escrever na "internet", que acabei simplesmente não escrevendo nada sobre nada. E me arrependo disso porque minha memória é fraca pra certas coisas. Devia ter inventado um código. E apesar de não escrever mais um diário, fiz várias anotações aleatórias nos papéis que eu tinha por perto na época. Mas nem se compara a sentar e formular os pensamentos né? Argh, enfim. O que eu acho que talvez tenha me acostumado a deixar as coisas que realmente quero escrever em algum buraco negro da minha cabeça por medo de que algum filho da puta taque meu texto no Google Translate e mande pedaços descontextualizados pra Gossip Girl, dá pra entender?
Bom. Estou e sempre estive aqui. Não sei se ainda tem alguém aí, mas se tiver, oi! Acho que tô de volta!


